CONTRA O MUNDO, SE PRECISO,

PARA SERVIR SEMPRE AO POVO

 

Como se vê, com a quebra dos padrões éticos em todas as atividades, o mundo está ficando cada vez mais maluco. É preciso ter muito bom senso para não "ir na onda". Deve-se possuir uma formação familiar, com todos os valores morais que nela se encontra, para resistir aos que impõem o lema do "quanto pior, melhor". A família ainda é a melhor fortaleza na defesa de sadios princípios.

O político, escolhido pelo povo, tem com ele um compromisso: o de servi-lo com a maior honestidade e lisura. Eu posso ser acusado de tudo - de barbudo, mooquense, barrigudo, corintiano, feio - mas jamais serei acusado de desleal, desonesto, imoral ou de falta de ética no trato das coisas públicas, traição, safadeza, picaretagem - isso NUNCA!

Como radialista e jornalista, aprendi com bons profissionais e procuro seguir à risca o que me foi ensinado: que a função do Comunicador exemplar é prestar serviço e denunciar quando necessário, mas sempre apontar caminhos e soluções.

Como político, entendo que tenho uma missão sublime, de altíssima responsabilidade e devo dar tudo de mim para honrar aqueles que depositaram sua confiança no meu trabalho. Nada pode ser mais importante. Infelizmente, figuras peçonhentas também ingressam na política e conseguem embair os eleitores à custa de milhões de reais em campanhas nababescas. São indivíduos que não se envergonham de dizer - sempre longe de seus eleitores - que estão na vida pública apenas pra "se arrumar", se endinheirar, se enriquecer, se locupletar de todas as formas, custe o que custar. E o mais legítimo interesse público fica sempre em último lugar...

Eu não pretendo ser a palmatória do mundo, mas diante desses mercenários e aproveitadores, o que prometo à gente de São Paulo é que vou continuar trabalhando, como sempre fiz, e denunciando os maus e os corruptos, como de mim espera o povo. Nem que isso me custe incompreensões e até ameaças.

Para tanto, procuro me cercar de pessoas ilibadas, de inatacável moral, comprometidas com o bem comum, que, como eu, querem apenas servir e não "se servir" da função pública.

Sei que essa luta é complicada e mais difícil ainda quando se avolumam, nesse mundo de contradições e subversão de valores, os desmandos daqueles que, pelas posições que ocupam, deviam dar os exemplos. Também sei que remo contra a maré, mas isso não me intimida, não esmoreço e não há nada que possa corromper-me. No momento em que o povo vive seus piores momentos, é dever do homem público - que conhece os flagelos nacionais do desemprego, da violência urbana, da péssima qualidade da Educação, do descalabro com a Saúde, da exploração da mão-de-obra infantil, e tantos outros desmandos - não empurrar mais ainda a Nação para o atoleiro.

Diante dessas observações sobre fatos marcantes que mostram a deterioração, o esgarçamento do tecido moral, social e político, deve o homem público reafirmar a sua responsabilidade. Por isso, São Paulo e o Brasil podem continuar contando com o trabalho deste profissional, que não se destina a agradar grupinhos de privilegiados, nem a satisfazer a vaidade de ninguém, mas é homenagem especial para as pessoas honradas, bem nascidas, em situação confortável ou aos carentes e simples, extremamente necessitados.

Estas pessoas, sim, têm com quem falar, pois, mesmo sendo contraditado, contrariado, contestado, vou continuar dando a voz e vez aos verdadeiros órfãos da sorte de nossa população. E também a todos aqueles que, em seus bairros, representam as comunidades, os que têm problemas diretos a resolver com a administração pública, os que lutam pelos seus direitos ou têm sugestões a oferecer, mas que ninguém quer ouvir. EU QUERO, EU OUÇO, EU AJUDO A RESOLVER, promovendo questionamentos e encaminhamentos.

Enquanto tiver voz para gritar, dedos para redigir exigindo providências e a capacidade de me sensibilizar, eu estarei nessa trincheira. Ao seu dispor.

Vamos, todos nós, pôr as pernas do mundo no lugar, vamos promover uma saudável revolução. Não pelas atitudes erradas, pela subversão de valores, mas sim, removendo, um a um, os seus problemas, resolvendo as questões imediatas de interesse da população, defendendo-a de maus políticos e de gente sórdida. Preparemos um futuro mais feliz para todos. O mundo só será melhor, se todos quisermos que ele seja.

A minha parte sempre fiz, faço e farei. Mas, se você me ajudar, dividindo comigo essa salutar tarefa, ela será mais fácil, rápida e inteligente.

Por você, para você, com você - sempre!

                                                                               

 

      


 

AFANASIO JAZADJI - © 2008 - Todos os direitos reservados